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Unidos pela produtividade: redes internas ajudam a cumprir objetivos

Os processos de avaliação de performance feitos pela ETS-Lindgren – empresa texana especializada em sistemas elétricos – não agradavam a todos, de acordo com reportagem de Andrew McIlvaine publicada na Human Resource Executive Online. Gestores questionavam a utilidade desse acompanhamento e, principalmente, a forma como ele era conduzido. No lugar de apenas cobrar metas, por que não dar uma ferramenta para que o funcionário pudesse conduzir seu trabalho e ser mais produtivo? A solução para esse problema estava em uma rede social corporativa – prova de que as redes internas ajudam a cumprir objetivos.

No caso da ETS-Lindgren, redes internas ajudam a cumprir objetivos e executar tarefas complexas. Ela não se restringia a automatizar a maçante tarefa de fazer relatórios de desempenho. Ela é um ponto de encontro para cerca de 900 colaboradores espalhados por 11 países. Por meio deste serviço, é possível consultar informações, fazer perguntas para a equipe e pedir suporte em operações mais complexas. No lado dos gestores, é possível criar grupos de funcionários, estipular tarefas e divulgar metas. A administração tem acesso a relatórios que descrevem o cumprimento ou não desses objetivos. Desta forma, o gerenciamento de projetos fica mais colaborativo e a troca de conhecimentos é estimulada.

A rede usada na ETS-Lindgren automatizou um processo que antes era desgastante e pouco eficiente. O próprio sistema pode indicar como está o andamento de um projeto e a atuação de um determinado parceiro da companhia. Se o gestor desejar, pode bolar um relatório em poucos minutos. Os administradores usam estas informações, por exemplo, para “alimentar suas estratégias de capacitação”, afirmou a diretora de recursos humanos da empresa, Heathre Moler, em um debate organizado pela Human Resource Executive. A ferramenta também beneficia o corpo funcional, que pode usar o software para avaliar sua participação e ver os pontos nos quais pode melhorar. Em entrevista publicada na NBC, Moler disse que a solução social, além de ajudar a poupar tempo, é “mais compreensível para o funcionário”.

Este exemplo ajuda a questionar a ideia de “lapsos de produtividade gerados pelas redes sociais”. Graças à ferramenta adotada pela ETS-Lindgren, os funcionários podem colaborar uns com os outros em projetos da empresa. Porém, isso só é possível por conta do planejamento: os gestores tinham uma demanda, procuraram uma solução que atendesse os pré-requisitos necessários e implementaram. Ela é vista como ferramenta de trabalho pelos colaboradores, além de contar com o apoio dos administradores – a situação ideal para um software do tipo.

Na sua empresa, as redes internas ajudam a cumprir objetivos? Deixe seu relato nos comentários.

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