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Como a Comunicação Impulsiona a Produtividade? 4 respostas para desvendar essa questão

SocialBase Comunicação e Produtividade

No Webinar “Como a comunicação ajuda a criar ambientes de trabalho mais produtivos”, falei sobre como os processos de comunicação fazem toda a diferença em ambientes de trabalho de alta performance.

No vídeo, abordei desde como mensurar a produtividade e o seu ROI, até os primeiros passos para fazer com que a comunicação seja um agente que influencia na produtividade dos colaboradores e gera mais resultados.


Nessa semana eu atingi níveis sem precedentes de produtividade não verificada. Dibert ©

Antes de cada webinar, nossa equipe da SocialBase envia um e-mail para que os inscritos para que possam adiantar suas perguntas sobre o tema.

Dessa vez, além abordar o assunto na apresentação, resolvi responder aqui neste texto as questões enviadas (ocultando a identidade dos leitores e respeitando, claro, a sua privacidade). Dessa forma conseguimos potencializar o alcance dessas informações, afinal, a dúvida de alguém certamente também pode ser de outra pessoa também!

Aliás, obrigado a todos que enviaram perguntas e acompanharam o webinar ao vivo! 🙂 

4 dúvidas (que podem ser suas) sobre comunicação e produtividade

#1 Como trabalhar com eficácia a comunicação em um ambiente onde existe uma quantidade enorme de temas trabalhados ao mesmo tempo?

Primeiramente é importante ter em mente que toda empresa vai ter uma múltiplas agendas e diversas pautas. Portanto esse cenário tende a ser o padrão para qualquer profissional que vai encarar os desafios de comunicação interna. O primeiro passo para lidar com isso é entender qual é “A Prioridade“.

Quem me conhece um pouco já me ouviu falar isso algumas vezes: colocar a palavra ˜prioridade” no plural não muda a realidade, que é: poucas coisas são realmente importantes.

Aí, a lei de Pareto pode ser aplicada para nos ajudar a identificar o que é mais importante no momento: 20% das iniciativas vão produzir 80% dos resultados esperados –  o foco da comunicação interna deve ser nessas poucas coisas importantes que causam o maior impacto.

Dentro desse grupo seleto das coisas realmente importantes ainda é possível fazer um segundo filtro:

Qual “A Coisa” (no singular) mais estratégica do momento para o negócio?

Esse item deve receber atenção especial na comunicação interna, para promover o alinhamento de todos na empresa com relação à isso.

Saber qual é a prioridade da companhia é crucial para que a equipe de comunicação interna consiga criar a pauta corporativa e influenciar no mesmo sentido a capacidade de execução dos times e pessoas.

#2 O excesso de informação para o público interno gera assimilação, identificação, engajamento ou prejudica?

Essa pergunta pode ser muito bem amparada pela mesma resposta ao item anterior. Eu adicionaria ainda um “tempero” nessa conversa: tudo que é excesso, certamente, prejudica e tira produtividade das pessoas.

Minha experiência profissional indica que a questão por trás dessa pergunta talvez seja:

Como saber a quantidade certa de comunicação para não poluir a agenda das pessoas?

Se por um lado a resposta clichê “cada caso é um caso” se aplica sabiamente aqui, por outro existe sim um padrão: aquilo que é “A Prioridade” da empresa deve estar diariamente ao alcance das pessoas, de forma convergente e – sempre que possível – multiplataforma.

Um ponto adicional que precisa ser observado também é a avaliação das pessoas sobre o alinhamento e entendimento. Enquanto os times não tiverem 100% alinhados com “A Prioridade” da empresa isso indica que a comunicação não aconteceu na intensidade, quantidade e qualidade o suficiente.

E como medir isso? Existem várias formas: enquetes, grupos focais, pesquisas de profundidade etc. A ferramenta da SocialBase, por exemplo,  oferece um apoio excelente nesse sentido e nós ficamos a disposição sempre para esclarecer qualquer dúvida – você pode testá gratuitamente aqui.

#3 Como lidar com os desafios de empresas que possuem filiais espalhadas pelo Brasil e como conectá-las de forma produtiva e assertiva?

Conheço bem esse desafio! Consegui resolvê-lo bem a partir do momento em que formatei um comitê de comunicação com representantes de cada uma das unidades. Dependendo do tamanho da sua empresa, esse comitê pode ser dividido em grupos:

  • Segmentação regional, exemplo: Unidades Sudeste, para empresas que tenham muitas unidades pequenas espalhadas por um grande território;
  • Segmentação departamental, com uma pessoa por departamento da empresa, para o caso de empresas grandes em porte, mas sem tanta complexidade geográfica;
  • Uma segmentação híbrida para empresas que tenham uma grande concentração de pessoas em determinada(s) unidade(s) e ainda assim possui dispersão territorial, como por exemplo fábricas (muitas pessoas em um lugar só) com unidades comerciais descentralizadas (pessoas espalhadas geograficamente).

Montar um comitê de comunicação uma certa preparação: regras de ingresso ao grupo, alinhamento quanto aos critérios de seleção e indicação, requisitos de frequência, algum tipo de inclusão das atividades no job description e OKRs/KPIs/Metas da pessoa, agenda no calendário das pessoas, pautas estruturadas constituem um bom ponto de partida.

Para manter essa turma toda alinhada você vai precisar de um “ponto de encontro” oficial e nesse sentido a solução da SocialBase pode ajudar muito: tanto para reunir e consolidar as atualizações para os membros do comitê como para ajudar essas pessoas a darem capilaridade à comunicação.

No vídeo abaixo a Cassiane, da nossa equipe de Marketing, fala sobre esse desafio e como enfrentar alguns problemas comuns:

Ah, é importante frisar que a estratégia de comunicação alinhada à prioridade do negócio é um requisito para esse comitê funcionar, caso contrário ele perde o propósito.

#4: O cenário empresarial exige que as entregas sejam feitas, cada vez em menor tempo de espera. Os clientes estão exigentes neste sentido. As lideranças, talvez arrastadas pelos clientes também fazem esta exigência e, na minha opinião, essa realidade afasta as pessoas do essencial, onde uma das ações é a comunicação e a qualidade dela. Como se adaptar a este cenário?

Uma das coisas que fazem com que a comunicação seja vista como algo a não se priorizar é quando ela não está alinhada à estratégia do negócio. Isso faz com que a comunicação perca o contexto e, consequentemente, sua utilidade. Nesse caso, como as lideranças precisam priorizar a produtividade, elas vão consequentemente olhar com desconfiança.

Um outro ponto que também compromete a relevância da comunicação e, por tabela, dos profissionais responsáveis por ela, é quanto ela não se conecta com processos críticos do negócio.

Aqui na SocialBase temos vários clientes que utilizam nossa plataforma para melhorar a comunicação, o alinhamento e a motivação dos colaboradores que estão na da área de vendas.

A história do Grupo Zema, é um bom exemplo de sobre como conectar a CI à um super relevante processo de negócios, compartilhando conteúdos que impactam o desempenho da empresa e o sucesso dos profissionais, e você pode baixar o case com a história completa e os exemplos para se inspirar clicando aqui

É isso pessoal, espero ter ajudado.

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Sobre o autor

Leonardo

Leonardo Camacho

Diretor de Customer Growth, líder dos times de Marketing e Customer Success na SocialBase, e especialista em Comunicação Interna. Atuou em empresas como Knewin, ContaAzul e Gerson Lehrman Group.