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2013 pode ser o ano do “RH social”. Sua empresa sabe usá-lo?

Se 2012 foi importante para as empresas descobrirem o potencial das mídias sociais nos negócios, 2013 tem tudo para ser o ano do “RH social”, afirma a executiva Jeanne Meister em seu blog no portal da Forbes, focado em temas sobre o futuro do trabalho. Aqui no Blog da SocialBase, mostramos que as ferramentas sociais – sejam as redes tradicionais ou corporativas – podem ajudar no trabalho de gestão de pessoas, desde a contratação até a manutenção dos colaboradores. E não é mais novidade que os departamentos de admissão  fazem a análise dos perfis dos candidatos na Web. Porém, depois da admissão, será que as organizações sabem explorar o potencial destes funcionários conectados? Certas aptidões geradas e estimuladas por essas novas tecnologias poderiam ser melhor exploradas pelo universo corporativo – nesse post, vamos falar sobre três delas.

Nesse novo contexto de RH social, dependendo do cargo, é preferível contar com um colaborador versado em ferramentas digitais do que um especialista, afirma o professor Andrew Razeghi em um artigo publicado na Fast Company. Afinal, diz Razeghi, a empresa pode precisar de alguém que saiba encontrar respostas rapidamente. As informações disponíveis na web são de fácil acesso para quem saiba usá-la. E os dados na sua rede interna, são fáceis de encontrar? Sem uma ferramenta de armazenamento e catalogação de informações geradas dentro da instituição, o trabalho de pesquisa fica mais complexo. A falta de um bom banco de dados – organizado em uma intranet ou rede social corporativa – não é um problema apenas para o profissional experto em internet, mas para toda a organização.

Para alimentar esse banco de dados, é possível usar pode usar outra aptidão presente em funcionários mais online: o colaborativismo. Esse tipo de colaborador pode trazer para a intranet a cultura de compartilhamento que ele tem na internet, disseminando informações de interesse da organização nos canais institucionais – o que só é possível se houver uma plataforma organizada para esse fim, como uma rede social corporativa. Essa tendência pode ajudar, inclusive, a fortalecer a marca da empresa dentro do corpo funcional, se houver uma política atuante de comunicação interna.

E já que falamos de comunicação, essa é a terceira tendência que deve ser melhor aproveitada pelos gestores. Se os colaboradores com forte presença nas mídias sociais são mais comunicativos, por que não dar ferramentas para que eles troquem mais ideias? Dessa forma, tarefas podem ser concluídas com mais rapidez e assertividade, projetos podem se tornar mais colaborativos e o clima organizacional tende a melhorar. Recursos tecnológicos básicos, como um mensageiro instantâneo para os funcionários, são úteis neste aspecto.

Essas são apenas algumas aptidões que podem ser melhor exploradas. A gestão de pessoas pode usar as mídias online para aperfeiçoar o recrutamento e a análise de perfil. Porém, esses novos colaboradores não podem deixar as aptidões em mídias sociais na porta de entrada. Não podemos desperdiçar todo um capital online armazenado pelos funcionários. E, em um mercado cada vez mais social não é possível deixar os benefícios das novas tecnologias só em um departamento. É preciso ser social por inteiro.

Algum colaborador trouxe práticas mais sociais para sua empresa? Ele usou alguma ferramenta? Compartilhe conosco seu relato.

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