Redes internas podem complementar estratégia social da empresa

Na hora de adotar estratégias para tornar a empresa mais social, muitos gestores ficam na dúvida sobre qual direção tomar. Vale mais a pena investir em um meio de comunicação interno – como uma rede social corporativa ou uma intranet – ou devo apostar nas redes sociais tradicionais, como Twitter e Facebook? Pelo o que percebemos, o ideal é balancear as duas abordagens. Cada uma delas tem sua competência específica – e neste post, explicaremos cada uma delas e alguns meios de estratégia social da empresa.
Para começar a complementar a estratégia social da empresa, é preciso ver as diferenças de uso entre as redes sociais internas e os sites de relacionamento comerciais – vamos chamá-los aqui de “redes abertas”. Algumas distinções:
  • Público: as redes sociais corporativas são preferencialmente usadas com públicos mais próximos da organização, como colaboradores, cargos estratégicos e até fornecedores recorrentes. Por sua vez, redes abertas são melhor usadas com grupos externos à empresa, como potenciais clientes e entusiastas da marca.
  • Propósito: redes sociais corporativas são mais focadas em comunicação interna e gestão de pessoas (por conta das ações de integração que podem ser feitas). Já as redes abertas são ideais para comunicação externa e outros aspectos do marketing.
  • Privacidade: os debates e mensagens mantidas nas redes corporativas são de âmbito interno e não são divulgadas externamente. Nos sites de relacionamento, fica a cargo do usuário: ele pode usar meios de comunicação discretos – como as mensagens privadas – ou postar publicamente. Vale lembrar que, nas redes abertas, podem ocorrer erros de comunicação: mensagens exclusivamente internas divulgadas, por engano ou descuido, nos canais públicos da organização, o que exige um cuidado enorme dos gestores e funcionários.

Como podemos ver, as redes sociais corporativas têm foco interno, complementando processos da organização. As redes abertas até podem cumprir esta função, mas sua vocação é para contatos externos, o que dá a ela muito mais utilidade em estratégias de marketing. Se você desejar mais informações sobre a utilidade de cada uma destas redes, recomendamos a leitura de nosso primeiro e-book: Redes sociais nas empresas: liberar, proibir ou organizar.

Com esses fatores em vista, é possível definir funções diferentes e até complementares para redes internas e abertas. Por exemplo: um projeto de marketing pode começar em uma rede interna, dentro de um grupo fechado para brainstorming e debate. Depois, a campanha pode ser testada na rede social corporativa da empresa, viabilizando comentários dos colaboradores. Por fim, o material pode ser publicado nos canais abertos, dando visibilidade ao conteúdo.

E você, como faz para complementar estratégia social da empresa? Funciona bem? Compartilhe conosco o seu relato.
SocialBase

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